segunda-feira, 6 de abril de 2015

Os trabalhadores e suas lutas no Brasil da Primeira República

Debatendo o tema ...

Atividade para turmas do 3º Ano da EEPD

Texto 1


      No início da República, a vida dos trabalhadores era difícil, pois não havia sequer leis que garantissem seus direitos sociais. Um homem adulto trabalhava 12 horas por dia. algumas categorias profissionais trabalhavam sete dias por semana. Os salários eram miseráveis, sendo que a mulher operária ganhava bem menos do que o homem, e a criança recebia menos ainda do que a mulher. Nenhuma legislação garantia pensões, aposentadorias ou indenizações por acidente de trabalho. Lutava-se, portanto por direitos que dessem aos trabalhadores o mínimo de garantias na fábrica e fora dela.

     Mas essa luta não era apenas por leis sociais e aumentos de salário. Outra reivindicação era que o trabalho fosse valorizado e os trabalhadores fossem reconhecidos socialmente. Naquela época, logo após a abolição da escravidão (1888), ainda prevalecia no país a crença de que viver do trabalho alheio era o ideal de vida. O trabalho, principalmente o braçal, tinha uma conotação negativa, herdada da época colonial e da escravidão: era visto como algo desprezível.
    Nesse período, a classe trabalhadora era muito heterogênea. As diferenças regionais e nacionais quanto à origem dos trabalhadores se expressavam em variadas culturas, línguas e religiões. Além dos brasileiros, havia os imigrantes que chegavam ao Brasil: portugueses, italianos, espanhóis, alemães e, a partir de 1908, japoneses.
    Para conquistar seus direitos, como em outros países do mundo, os operários se organizavam em sindicatos, partidos políticos, associações mutualistas e ligas. Essas organizações pretendiam que os trabalhadores superassem suas diferenças e se reconhecessem como classe social.
     As primeiras associações mutualistas - também chamadas mútuo socorro - surgiram no final do século XIX e tiveram grande aceitação entre os operários nos anos 1910 e 1920. a maioria era formada pelos próprios trabalhadores, que contribuíram com um valor mensal. Mas havia também as mantidas por sindicatos. Em momentos de necessidade, os afiliados podiam contar com atendimento hospitalar, remédios, auxílio funeral, pensões para viúvas, auxílio a idosos e inválidos, entre outros benefícios.
    Como não existia um sistema público de previdência social, as associações mutualistas apoiaram muito os trabalhadores em dificuldades e se tornaram muito populares.


Fonte : VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina. História. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. Vol. 3. p. 37-38. 

Após a leitura do texto acima, responda à seguinte questão: 

Sem leis sociais e trabalhistas, como era a vida do trabalhador brasileiro na Primeira República?

Atenção:

1- Não responda com base em achismos. Busque informações sobre o tema e sempre cite a fonte.

2- Informações podem ser textuais ou com imagens.

3- Esse fórum ficará aberto até o dia 10/04/2015. Serão computados para nota de participação os comentários concisos e postados até 23:59.

4- Cada aluno deverá comentar também pelo menos dois comentários postados por colegas diferentes.

5- Não se esqueça de fazer a sua identificação: nome e turma.

71 comentários:

  1. Conforme o texto postado e lido, deixa bem claro que as autoridades da época pouco se importavam em fazer leis que protejam e beneficiem os trabalhadores brasileiros e decorrente a isso os operários se organizaram afim de visar seus direitos. Com o passar do tempo, as reivindicações teriam maior volume e, dessa forma, as manifestações e greves teriam maior expressão. De acordo com o site Brasil Escola "na primeira década do século XX, o Brasil já tinha um contingente operário com mais de 100 mil trabalhadores, sendo a grande maioria concentrada nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Foi nesse contexto que as reivindicações por melhores salários, jornada de trabalho reduzida e assistência social". Em 1917 ocorreu a chamada Greve Geral de 1917 que ficou conhecida como a paralisação geral da indústria e do comércio do Brasil como resultado da constituição de organizações operárias de inspiração sindicalista aliada à imprensa libertária. Esta mobilização operária foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil. Esta greve mostrou não só a capacidade de organização dos trabalhadores, mas também que uma greve geral era possível. Conforme o site InfoEscola: "A Greve Geral de 1917 marcou um dos momentos em que a força do movimento operário anarquista se demonstrou. Nunca na história deste país uma greve geral provocou um impacto tão grande.". Conclui-se que a vida dos trabalhadores da primeira Guerra foi muito sofrida, mediante a todas essas reivindições, pois trabalhavam 12 horas por dia, 7 dias por semana, salários miseráveis e sem nenhum tipo de direito, e fica evidente que as condições de trabalho eram desumanas.
    Poliana Beltrão dos Santos 303

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    1. Concordo as condições de trabalho que eles vivam eram absurdas, desumanas
      Felizmente essas condições nos dia atuais foram mudadas
      Ana Clara Gama 303

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  2. O mundo dos trabalhadores na Primeira Republica era repleto de diferenças na qualificação,nos salários prevalencendo a miséria e a exclusão social. Além de serem vistos de forma desprezivel sem valor e sem reconhecimento, não tinham nenhum tipo de liderança. Até que tempos depois, pretendendo reinvidicar seus direitos, passaram a se organizar formando associações com o objetivo de se reconhecerem como classe social.
    FONTE: Historia para todo lado!
    ALUNA: Fernanda Ap. Vasconcelos
    TURMA : 303

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    1. Ainda bem que esses trabalhadores se organizaram e lutaram pelos seus direitos, pois através de seus esforços é que temos direitos hoje.
      wellerson Ramos
      -301

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    2. Realmente as condições de trabalho eram muito precárias, mas eles resolveram reivindicar seu direitos formando estas associações.

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    3. De fato, e pensando nisso, nós, os futuros trabalhadores de nossa sociedade, devemos lutar em favor das melhorias que precisam ser feitas no mercado de trabalho atual ( que ainda tem muito o que melhorar ).

      Artur Rodrigues Chedid
      301

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  3. A vida dos trabalhadores brasileiros na Primeira República era difícil,pois não havia sequer leis que garantissem seus direitos; os salários eram miseráveis, a jornada de trabalho se estendia em alguns casos por todos os dias da semana com uma carga horaria de 12 horas por dia; havia diferença de salário entre os sexos e alem disso, não tinham garantias de um trabalho seguro, aposentadorias ou indenizações.Podendo até ser considerada uma escravidão.Felizmente essa condição de trabalho melhorou nos dias atuais, mas ainda sim há grandes insatisfações da população.
    Lorenna Fórneas B. L. Lima 303

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    1. Concordo plenamente, felizmente essa condição de trabalho melhorou nos dias atuais, mas a muita coisa para se melhorar ainda.
      Poliana Beltrão 303

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    2. Exatamente as condições de trabalho foram muito melhoradas nos tempos atuais, só que a grande maioria da população ainda reclamam com as condições de trabalho que vivem .
      Ana Clara Gama-303

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    3. As condiçoes tem que melhorar realmente, mas tambem temos que nos esforçar para estarmos nos qualificando para o trabalho.

      -301

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    4. Felizmente a condição de trabalho melhorou nos dias de hoje, mas ainda vemos muitas injustiças com o trabalhador...

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    5. Temo muita coisa pra melhorar, mas evoluímos bastante dos tempos pra cá , fico feliz em saber que hoje temos nossos direitos e podemos lutas por eles
      Mylena Ramos
      303

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    6. Realmente , a vida dos trabalhadores hoje está muito melhor se comparado ao século XIX. Mas ainda pode melhorar!

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    7. Concordo, melhorou bastante!! se formos comparar a situação dos dias atuais com o século XIX, mas ainda podemos perceber vários tipos de manifestações feita pelos trabalhadores, demonstrando que ainda tem muita coisa a ser feita.
      Vitor Rosa
      301

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  4. Como mostrado no texto acima e os comentários dos colegas, desde o berço da República no Brasil já havia luta pela classe trabalhadora, luta essa que perdura até aos dias de hoje. Sem as leis socais e trabalhistas na época da primeira República os trabalhadores passavam por diversos problemas como as longas jornadas de trabalho, baixos salários, diferenças e desigualdades como por exemplo o que era pago ao homem ao que era pago a uma mulher ou até mesmo a uma criança que na época já era contada como mão de obra, não tinham direito a aposentadoria, pensões e nem mesmo um descanso semanal remunerado. Graças as reivindicações feitas desde daquela época hoje notamos uma melhora com a elaboração das leis trabalhistas para os trabalhadores. Algo interessante citado do texto é que dentre as várias reivindicações feitas na época como a de salários, condições melhores de trabalho, houve também luta para o reconhecimento do trabalhador SOCIALMENTE, pois por muitas vezes por serem contratados para serviços braçais eram desprezados, deixados de lado. Hoje infelizmente ainda podemos dizer que também há um desprezo aos trabalhadores principalmente com a lei da terceirização do trabalho que foi aprovada, onde iremos ter salários menores, desproporcionais a qualificação profissional de um cidadão trabalhador, desprezando seu esforço e gasto em busca de um sucesso profissional.
    _Gabriel Vieira/ Turma; 303

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    1. Exatamente, apesar de ter se passado tanto tempo e ter acontecido tantas melhorias, em, relação as condições de trabalho, ainda podemos ver muitos trabalhadores sendo menosprezados na suas respectivas áreas.
      Ana Clara Gama-303

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    2. Triste realidade para os dias atuais. Com tanta modernização ainda não atingimos a meta de termos condições dignas de trabalho com salários mais justos.
      Lorenna 303

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  5. Como está escrito no próprio texto vemos que as condições de trabalho são bem precárias pois não havia sequer leis que garantissem seus direitos sociais. Um homem adulto trabalhava 12 horas por dia. algumas categorias profissionais trabalhavam sete dias por semana. Os salários eram miseráveis, sendo que a mulher operária ganhava bem menos do que o homem, e a criança recebia menos ainda do que a mulher. Nenhuma legislação garantia pensões, aposentadorias ou indenizações por acidente de trabalho. Lutava-se, portanto por direitos que dessem aos trabalhadores o mínimo de garantias na fábrica e fora dela. Naquela época, logo após a abolição da escravidão, ainda prevalecia no país a crença de que viver do trabalho alheio era o ideal de vida. O trabalho, principalmente o braçal, tinha uma conotação negativa, herdada da época colonial e da escravidão: era visto como algo desprezível. Conforme o site História pra todo lado! “durante a Primeira República no Brasil (1889-1930) o mundo do trabalho foi bastante heterogêneo: com diferenças na qualificação, nos salários, bem como na origem dos trabalhadores. A realidade dentro das fábricas era precária: trabalho infantil, baixos salários, longas jornadas, pouca ou nenhuma condição de higiene e segurança.”
    -Ana Clara Gama
    -303

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    1. Acho o absurdo essas coisas que acontecem com os trabalhadores, mas graças a eles que lutaram e sofreram muito que hoje temos nossos direitos, temos muito que lutar ainda, mas estamos no caminho certo.

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    2. Felizmente muitos trabalhadores foram atrás dos seus direitos, e mudando a carga horaria de trabalho como por exemplo:
      Art. 58 - A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 (oito) horas diárias, desde que não seja fixado expressamente outro limite.
      Como nossa colega acima disse: " temos muito que lutar ainda, mas estamos no caminho certo."
      Francielle Brito 303

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    4. Ainda bem que as reivindicações foram bem sucedidas, e pelo sofrimento que eles passaram, que hoje temos melhores condições trabalhistas, apesar de termos ainda um caminho a percorrer.
      Pâmela Suelen - 303

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    6. Felizmente os movimentos tiveram sucesso, graças a eles temos nossos direitos trabalhistas
      Mylena Ramos
      303

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    7. É interessante citar que, pelo fato de ainda não existirem leis trabalhistas como por exemplo, segurança no trabalho, muitos operários chegavam a falecer até mesmo no horário de serviço, pois não conseguiam aguentar as dificuldades sofridas em seu percurso como trabalhador.

      Artur Rodrigues Chedid
      Turma: 301

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  6. Como dito no próprio texto o trabalhador tinha uma vida muito difícil e trabalhava em situações precárias. Impedido de circular livremente, muitas vezes apartado da família, sem nenhuma perspectiva de futuro e impossibilitado de apropriar-se dos resultados de seu esforço, só uma coisa o obrigava a realizar um trabalho repetitivo e sem sentido: a violência. Até a inauguração da Era Vargas o direito social brasileiro só abrangia alguns poucos aspectos da questão trabalhista e menos ainda da questão previdenciária. Mas foi a partir dai que os trabalhadores começaram a receber mais direitos trabalhistas.

    http://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&view=article&id=2909:catid=28&Itemid=23 http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/aEraVargas1/anos20/Questaosocial

    Wellerson Ramos de Oliveira
    Turma 301

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    2. Podemos enfatizar também que, as leis trabalhistas, como vários recurso adquiridos pela população de baixa renda, na maioria dos casos, só são alcançados por segundas intenções de governantes. Um exemplo disso são as leis trabalhista, que acreditamos que só foram promulgadas por Getúlio para o mesmo se manter no governo de forma inquestionável.

      Nome: Jonathan Duarte Gomide Parreira
      Turma:301

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  7. Apesar de viverem tanto tempo naquela precariedade, houve o primeiro contato do operariado brasileiro com o socialismo e principalmente com o anarquismo que levaram o proletariado, na década de 1910, a lutar, reivindicar e se manifestar por direitos trabalhistas e sindicais, por melhores condições de trabalho e melhores salários.
    Juan Ribeiro de Souza
    Turma 303

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    1. E até hoje presenciamos essas reivindicações e manifestações por melhores condições de trabalho. Infelizmente a injustiça com os trabalhadores ainda existem. Mas ainda há esperança por um país mais justo.
      Lorenna Fórneas 303

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    2. Graças a essas lutas e manifestações, que ocorrem até hoje, os trabalhadores conquistaram seus direitos trabalhistas e sociais, e as condições dos trabalhos melhoraram, tendo benefícios e segurança.

      Ana Luiza P.P. de Campos
      303

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  8. De acordo com texto as condições dos trabalhadores na primeira república , eram totalmente precários e desprezíveis . Eles buscavam e visam leis que garantisse seus direitos pois a diferença era notável pois eram horas e horas trabalhadas para salários miseráveis .
    Viktoria Vieira
    303

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  9. Contudo posso concluir que há reflexos da primeira república nos dias de hoje, tais como reivindicações e manifestações . É triste a realidade no qual viveram os trabalhadores e vivem . A tal "injustiça " já vem de berço , com ela vem o preconceito .
    Viktoria Vieira
    303

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    1. Concordo, é lamentável ver a realidade na qual muitos trabalhadores ainda vivem. Muitos não são instruídos quanto aos seus direiros e passam a vida sendo explorados.
      Francielle Brito
      303

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    2. Com poucas informações sobre o assunto das leis trabalhistas pessoas vêm sendo explorada pelos seus serviços,de tal forma que elas nem percebem esse fato, só que ao invés delas irem atrás dos seus direitos, simplismente deixam de lado o ocorrido.
      Kathllen Paola 303

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    3. Com poucas informações sobre o assunto das leis trabalhistas pessoas vêm sendo explorada pelos seus serviços,de tal forma que elas nem percebem esse fato, só que ao invés delas irem atrás dos seus direitos, simplismente deixam de lado o ocorrido.
      Kathllen Paola 303

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  10. No início da República, a vida dos trabalhadores era difícil, na época não havia leis que os garantissem seus direitos. Os salários eram baixíssimos e, por isso, toda a família precisava se envolver no processo de produção. Por esta época, o trabalho das mulheres e crianças era comum e ainda mais mal remunerado do que os dos homens.
    Um exemplo pode ser encontrado no jornal Brasil Operário. Em 1903, numa família de 4 pessoas, o chefe ganha 3$000 por dia, a mulher ganhava em média 2$500 por dia. O filho mais velho de 12 anos, de 1$ a 1$500 e o de 9 anos 200 a 500 réis.(BRASIL OPERÁRIO, 16/06/1903 apud GÓES,1988, p. 55)
    Infelizmente, ainda são muitos os trabalhadores que não foram instruídos quanto aos seus direitos. Mesmo com toda a modernidade atual, ainda se encontra casos de exploração de trabalho.. E não está longe de nós!
    Francielle Brito
    303

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    1. Triste saber que com a modernidade, (que muitos frizam), ainda possa existir exploração e diferenças salariais entre homens e mulheres que executam o mesmo cargo, por exemplo.

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  11. O trabalhador na época vivia em condições de extrema precariedade, com jornadas de trabalho muito extensas e não sendo remunerados de forma justa pelo tanto de trabalho exercido, além de não serem aceitos na sociedade. Toda essa forma desumana vivida por eles, sendo muitas vezes castigados e desprezados fizeram com que eles procurassem reinvidicar por leis trabalhistas que pudessem trazer uma qualidade de vida melhor para eles e suas famílias, retirando as crianças do trabalho, reduzindo a jornada de trabalho e aumentando os salários, para que eles pudessem viver mais dignamente e serem aceitos na sociedade.
    Estes trabalhadores que lutaram pelos seus direitos são grandes responsáveis pelo tipo de lei trabalhista vista hoje em dia, mas apesar de ser um imenso avanço daquela época até hoje, a população ainda procura buscar mais melhorias, porque apesar das mudanças ainda há muitas coisas para serem revistas e modificadas.
    Pâmela Suelen - 303

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    2. A vida sofrida dos trabalhadores não foi em vão, pois assim eles lutaram por seus direitos que influenciaram os dias de hoje, pois sem eles, nós não teríamos esse tipo de lei trabalhista que existe atualmente, como os direitos das mulheres tipo licença maternidade, poder se aposentar mais cedo que os homens, não ser tão descriminada no mercado quanto antigamente, etc.

      Ana Luiza 303

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    3. Com certeza somos uma nação em desenvolvimento, carente de governantes que realmente preocupam com a população que representam. Apesar de já termos conquistado muitos direitos que eram vistos como algo quase impossível, temos muito ainda para conquistar, como maior igualdade de remuneração entre homens e mulheres e mais intensificação da fiscalização sobre o cumprimento das leis previstas na constituição.

      Nome: Jonathan Duarte Gomide
      Turma:301

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  12. A vida dos trabalhadores era difícil, não havia leis que garantissem seus direitos e os salários eram ruins. Operários chegava a trabalhar 12 horas por dias e em algumas áreas trabalhavam durante sete dias na semana , alem do mais havia diferença de salário entre homens, mulheres e crianças. O trabalho exercido não tinha nenhuma garantia de aposentadoria, pensão ou indenização por acidente de trabalho.
    Para conseguir seus direitos, eles se organizaram em sindicatos e partidos políticos na intenção de serem reconhecidos como uma classe social para melhorar suas condições de vida. Graças ao movimento trabalhista, hoje temos nossos direitos e nossa situação financeira é melhor que daquela época .
    Nome: Mylena Ramos
    Turma: 303

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    1. infelizmente a condição trabalhista do Brasil naquela época era muito critica como citado a cima, todas as pessoas eram praricamente escravas, desde criança ate adultos eram obrigados a trabalhar sem condições nenhuma tanto na parte salarial quanto na parte da carga horaria.
      Kathllen Paola 303

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    2. A forma com que se organizaram essas associações, impulsionou uma ferramenta política extremamente importante para o exercício da atividade no país, defendendo interesses de classes rebaixadas.
      Caio Soares de Oliveira
      303

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  13. A vida do operário durante a Primeira República era conturbada, nessa época ainda não tinham sido criadas leis trabalhistas que garantissem uma jornada de trabalho recompensadora e igualitária. Como o país havia saído a pouco da hera da escravidão, o trabalhador quase não se diferenciava dos escravos, pouca coisa mudou na vida de um trabalhador. A jornada de trabalho era muito intensa e o salário recebido pelos pelos mesmos era indigno, o que não gerava condições de sobrevivência. Nas indústrias além dos homens, trabalhavam também mulheres e crianças que eram injustiçadas, recebendo um salário inferior.
    O governo estava preocupado em reorganizar a política no país, sendo assim, não prestava esforços para garantir uma melhoria nas condições dos proletariados.
    Esses problemas só começaram a ser resolvidos com a chegada do governo de Vargas em 1943.

    Fonte: História para todo lado!
    Nome: Artur Rodrigues Chedid
    Turma: 301

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    1. O governo preocupado demais com suas prioridades, o que não incluía uma vida melhor para o trabalhador, a classe operária, só quem recebia algum tipo de prioridade era a elite. O mesmo acontece ainda hoje, só que de uma maneira mais " disfarçada".
      Izabella Maria
      Turma: 301

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  14. A vida dos trabalhadores na Primeira República era muito difícil, pois não havia uma lei sequer que garantisse os seus direitos. As pessoas trabalhavam 12 horas por dia e algumas 7 dias por semana, sem contar que o salário era deplorável e as mulheres e crianças ganhavam bem menos que os homens. Os trabalhadores não possuíam leis que beneficiavam e os protegiam no trabalho, além de não serem reconhecidos no trabalho e na sociedade. Cansados dessa vida precária, os trabalhadores se organizavam em sindicatos, partidos políticos e associações para reivindicar seus direitos e ter uma vida digna.

    Ana Luiza P.P. de Campos.
    Turma 303

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    1. As organizações dispunham de reivindicações extremamente necessárias, como igualdade na remuneração entre gêneros e leis trabalhistas que determinassem princípios e limites entre empregador e empregado.

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  16. Como vimos a situação desses trabalhadores não era nada agradável. Vieram de diversos lugares do campo em busca de uma qualidade de vida melhor, mas não foi o que encontraram. As condições dos operários eram de extrema inferioridade tanto no local de trabalho quanto em relação aos salários baixíssimos, exploração e pouca estrutura de saúde. Surgiu no sec XX os sindicatos, uma forma de reivindicação contra melhores condições de trabalho e uma vida com direitos iguais á todos. Mesmo não conseguindo-os de uma forma rápida, sempre estavam em busca de uma mudança
    Maria Luiza Nunes 301
    Fonte: Historia para todo lado

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    1. É triste saber que o nosso país passou por essa situação tão precária sem ás leis trabalhistas ,mas hoje podemos notar o quanto mudou e o tanto de benefícios que os trabalhadores brasileiros conquistou .

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    3. Mais uma forma de perceber que não existe nada sem luta, se não fossem os sindicatos, a vontade de fazer a diferença poderíamos estar em uma situação muito pior hoje em dia. Mesmo com Notáveis transformações e uma vida mais justa de trabalho, ainda há o desrespeito quanto ao salário de trabalhos importantes, que deveriam ser mais valorizados.
      Izabella Maria
      Turma: 301

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  17. A vida do trabalhador brasileiro na Primeira República era totalmente precária não só no trabalho mais também na vida, pois com o salário péssimo não era possível sobreviver.
    Como foi dito no texto o trabalhador suportava grandes carga horárias de serviço e não tinham nenhum beneficio como férias e décimo terceiro, as mulheres recebiam um salário menor ainda e sem contar que crianças trabalhavam o que hoje é totalmente proibido.
    Achei o texto interessante e muito bom para refletir com as grandes conquistas que os trabalhadores brasileiros alcançaram ao longo do tempo.
    MARCELLY ANDREZA DA SILVA COSTA
    TURMA: 301

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    1. Uma situação bem complicada, apesar de ser um fato ocorrido a bastante tempo, ainda temos traços desse acontecimento nos dias de hoje. O trabalho infantil ainda é um assunto bem lamentável,que vivenciamos a todo momento
      Maria Luiza 301

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    3. Desde o século XIX tivemos grandes conquistas na área do trabalhador, mas devemos evidenciar que foram muitos anos atrás, e que poderiamos ter avançado mais. Ainda podemos observar alguns dos traços dessa ''exploração' do trabalhador nos dias de hoje.
      Vitor Rosa 301

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  19. Os trabalhadores no início da primeira república viviam a mercê da vontade dos patrões que usavam da Mais-Valia para lucrar em cima de quem trabalhava até 12 horas por dia todos os dias da semana, excedendo em tempo o que o salário realmente valia por uma jornada intensa de trabalho. Além disso Mulheres e crianças trabalhavam ganhando bem menos que os homens, os operários não proviam de benefícios ou direitos básicos sociais. Para tentar mudar e melhorar esta situação foram organizados sindicatos para a reivindicação de direitos , e como não existia nenhum sistema público que cuidasse da previdência social, as associações mutualistas apoiaram muito os trabalhadores em dificuldades ajudando com atendimento hospitalar, remédios, auxílio funeral, pensões para viúvas, auxílio a idosos e inválidos, entre outros benefícios.
    Izabella Maria D. A. Magalhães
    Turma: 301
    Fonte: Mundo educação e Oficina da historia

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    2. 22:50

      Infelizmente foi uma época de muita desigualdade, onde a população não tinha liberdade de expressão. Por conta dos sindicatos esses transtornos foram passando, até chegar o que vivenciamos hoje. Que esse transtorno seja uma forma de luta, para acreditarmos que podemos alcançar mais e mais conquistas
      Maria Luiza 301

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  20. Na época da Primeira República, os trabalhadores não eram amparados por direitos sociais e muito menos trabalhistas. Viviam em situações miseráveis de trabalho, dentre as condições que eram submetidos, destacam-se: Trabalho infantil, baixos salários, longas jornadas de trabalho e pouca ou nenhuma higiene.
    Neste contexto, surgiram várias manifestações de reivindicações no período, mas a que mais se destacou foi a "Greve Geral", ocorrida em São Paulo, em 1917. Os trabalhadores dos setores alimentício, gráfico, têxtil e ferroviário foram os maiores atuantes nesse novo movimento.
    As reivindicações não foram aderidas pelo governo de imediato, só vieram a ser promulgadas leis que garantissem os direitos trabalhistas, na constituição de 1934,no governo do então presidente Getúlio Vargas.

    Fontes:historaparatodolado.com
    www.brasilescola.com

    Nome: Jonathan Duarte Gomide Parreira
    Turma:301

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  21. Durante quase toda a Primeira República a questão social foi considerada no Brasil como "caso de polícia". Desde a década de 1910, entretanto, enquanto o processo de industrialização se acelerava, o movimento operário procurava obter dos empresários e dos políticos algum tipo de proteção ao trabalho que levasse à criação de uma legislação social no país. Foi só a partir de 1930, no entanto, que essa legislação passou a ser realmente implementada, tanto na área trabalhista quanto na previdenciária.
    cpdoc.fgv.br
    Kathllen Paola 303

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  22. Como o país havia saído a pouco da hera da escravidão, o trabalhador quase não se diferenciava dos escravos. A vida do trabalhador era difícil, por que ainda não tinha criado leis trabalhistas (leis que iriam ser criadas no governo de Vargas em 1943). Um operário homem adulto era sujeito a trabalhar 12 horas por dia. Algumas categorias profissionais trabalhavam sete dias por semana. Os salários eram miseráveis, sendo que a mulher operária ganhava bem menos do que o homem, e a criança recebia menos ainda do que a mulher.Nenhuma legislação garantia pensões, aposentadorias ou indenizações por acidente de trabalho.
    Para lutar por melhores condições de trabalho e uma vida mais digna, os operários se organizavam em sindicatos, partidos políticos, associações mutualistas e ligas.
    Nome:Vitor Rosa Damaceno
    Turma: 301

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  24. A estratificação social mantida pelo sistema que vigorou e vigora de forma imutável, mantém inerte sua hierarquia socio-econômica, que detém privilégios e poderes políticos, sendo defendidos pelos mesmos grupos de interessados na mão-de-obra sempre mais veloz e barata.
    As condições básicas de trabalho foram melhorando ao passo dos sindicatos reivindicarem direitos que antes não constavam legalmente no andar no país; e então se vê a importância de organizações e associações que defendem interesses de determinados grupos.
    Atualmente nos encontramos em situação semelhante, com deputados (mais da metade) empresários, buscando as medidas que melhor lhes atendem, sem o mínimo de empatia com as classes historicamente mais frágeis, - me refiro à votação da PL 4330/2004.
    Caio Soares de Oliveira
    303

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  26. Conforme o texto, no início da República, a vida dos trabalhadores era difícil, pois não havia leis que garantissem seus direitos sociais... Os homens trabalhavam 12 horas por dia ou 84 horas ou mais por semana, com salários miseráveis por mão-de-obras baratas, e a mulher operária ganhava bem menos do que o homem, as crianças recebiam bem pouco, não havia legislação garantia pensões, aposentadorias, indenizações por acidente de trabalho, férias, 13°, seguro desemprego... Com o passar do tempo criaram associações por mais direitos trabalhistas.
    Depois de 1930 muita coisa mudou com criações de varias leis trabalhistas, hoje em dia as mulheres tem os mesmos direitos que os homens que ganhavam mais que elas, crianças não podem trabalhar so a partir dos 14.
    Rafael Gustavo 302

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  27. O mundo dos trabalhadores na Primeira Republica era repleto de desigualdades. Falta de qualificação, falta de leis trabalhistas, falta de segurança, e principalmente de direitos que garantissem o seu bem estar e plena qualidade mental para exercer sua função.
    Crianças e mulheres eram obrigados a trabalhar muitas vezes com uma remuneração baixíssima, condições desumanas e precariedade no material de trabalho.
    Dessa forma, diversos sindicatos surgiram a fim de reivindicar os direitos dos trabalhadores e buscar então naquela época, melhorias em suas condições trabalhistas e sociais.

    Daniel Magalhães Mol Silva, 302.

    Fonte: Biblioteca digital UNICAMP - Dissertação de mestrado - Ligia Maria Osorio Silva.
    http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000051771&opt=4

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